João sempre sincero
Julgavam-no um homem sério
Amigo dos solidários
amigo de quem quiser
julgavam-no solitário
apesar de ter mulher.
Sempre temido
João não tinha inimigos.
Que sempre trabalhou duro
não devia sequer um tostão
Um dia perdera o trem
não quiseram saber de desculpas
acharam tudo invenção
puseram-o no olho da rua
e sem um tostão.
Hoje João é malandro,hoje João é ladrão.
Não tem mais amigos,não tem mais mulher,
hoje ele vive se quiser pois ninguém vai se importar.
POEMA DE AUTORIA DE RICARDO DE MINAS BORGES

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